sábado, 5 de março de 2011


Escritor: não somente uma certa maneira especial de ver as coisas, senão também uma impossibilidade de as ver de qualquer outra maneira.

Carlos Drummond de Andrade.

sexta-feira, 4 de março de 2011

São pequenas coisas, insignificantes vista aos olhos das outras pessoas, e até mesmo ao teus olhos, mas que machucam tanto, que seria pior do que qualquer outra dor.
Mas que vai passar, sempre passa.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Porque eu não posso evitar se você parece um anjo
Não posso evitar se eu quero te beijar na chuva, então
Venha sentir essa mágica que eu sinto desde que te conheci
Não posso evitar se não há mais ninguém
Eu não posso me segurar

Manhã, chuva, frio.
Vozes, risos, pessoas.
E eu, em um lugar que não me pertence, longe de me descobrir, de ser feliz.
É bobagem, eu sei, sentir-me sozinha quando se tem varias pessoas ao meu redor. Mas eu destruiria todos, os fariam evaporar para um outro mundo.
E construiria o nosso.
Com manhãs de verão, e flores de primavera.
Nossos dias chuvosos teriam uma cor diferente. Tudo seria novo, as cores melancólicas seriam substituídas pelo brilho do teu olhar. O cheiro da chuva, pelo aroma que teus cabelos soltariam quando eu os acariciasse.
Nosso mundo seria perfeito. As estrelas brilhariam mais, iluminando teus sonhos enquanto dorme. E quando teus olhos abrissem, eu estaria lá, para relembrar-lhe o quanto eu te amo
Não perderia um só momento da sua vida enquanto meu coração pulasse no peito.
Mas aqui estou eu, entre quatro paredes, ouvindo um homem que parece falar outra língua. Embalada com o cair dessa chuva triste.
Longe de você, longe de quem eu realmente sou, Longe da minha felicidade

quarta-feira, 2 de março de 2011

Como pedras nas pessoas bolso tentar desgastá-lo para baixo
Há sempre alguém que quer levar o amor que você encontrou
Então vamos lá com essas mudanças, e eu quero você do meu lado
E não há uma palavra que eu já ouvi dizer que poderia me fazer mudar minha mente

Preferia que não existisse as vozes. Que o silêncio fosse o único som que meus ouvidos ouvissem.
Quem sabe desta forma eu pudesse me ouvir. Identificar cada barulho da minha mente, e as batidas do meu coração.
Eu poderia viver assim, apenas ouvindo os sons que meu corpo produz, e a respiração que arrasta-se por meus pulmões. Aprenderia a identifica-los, e me acostumaria com todos eles. Saberia quando tivesse algo errado, quando meu coração tivesse acelerado..
Os sons nunca me pegariam de surpresa.
E assim não sofreria quando eles resolvessem me enganar.
Tudo seria diferente do que sempre foi. E palavras, sons e corações, não me enganariam mais

terça-feira, 1 de março de 2011

Sabe aquele dia que você tem vontade de mandar todo mundo pro inferno? Pois é, essa sou eu hoje :)