quinta-feira, 31 de março de 2011


Finjam que não existe uma garota que precisa apenas de demonstrações sinceras pra voltar a ter esperança no amanhã.

E você teve seus segredos, e eu estou cansada de ser a última a saber

quarta-feira, 30 de março de 2011

E será que você faria por mim o que eu faço por você? Por nós?

segunda-feira, 28 de março de 2011


Ele não pode ver o sorriso que estou fingindo.

sábado, 26 de março de 2011


(...) Agora são duas vidas em uma só. Dois corações pulsando no mesmo ritmo, duas almas iguais. Duas almas gêmeas, separadas pela distância, e unidas pelo amor.

29 meses ♥

sexta-feira, 25 de março de 2011

Juro que vai chegar o dia que eu vou deixar de ser boba e falar tudo que tá engasgado.

quinta-feira, 24 de março de 2011


Sabe quando você sente-se inteiramente feliz e de repente tudo muda sem motivo algum?


E falar com alguém que eu não conheço.Eu vou encarar o mundo ao meu redor
Eu O D E I O ver que a cada dia que passa fico ainda mais parecida com você.

quarta-feira, 23 de março de 2011


Eu nunca gostei de esperar, nunca gostei de escrever apenas por escrever, nunca gostei de ser feliz pela metade.
Sempre gostei do muito. De atitudes, de pessoas que correm atrás daquilo que querem, sem precisar de alguém que o acompanhe, de um capacho.
Gosto de pessoas decididas, que vão a luta, dão a cara ao tapa se for preciso, que não tem medo de viver, de amar, de querer..
Admiro pessoas que cumprem suas promessas, que falam o que pensam, sem deixar para trás nenhum sentimento.
Você, apareceu pra mim, não posso evitar, me sentir assim
O que eu faço pra escapar, dessa vontade que eu tenho de falar
Toda hora com você.

Me diz quando a gente vai se ver, pra eu poder te abraçar
E tentar te explicar
A falta que você me faz
Eu não aguento mais
Ficar tão longe de você
Escola, Sociologia, trabalho.. E eu só queria está longe daqui.

terça-feira, 22 de março de 2011


Tenho medo de acordar, e ver que tudo não passou de um sonho. O melhor sonho da minha vida.

Tudo pelo amor, e que se dane o mundo.

domingo, 20 de março de 2011


Tem que amar com fé.
Tem que morrer de amor pra não se arrepender depois que o tempo passou, é.

Eu estarei em cada batida do seu coração
Quando você enfrentar o desconhecido
Onde quer que você voe, meu amor te seguirá
Ficará com você
Amor, você nunca estará sozinho

Nenhum sinal de você. E sabe o que dói mais? Esse medo que agora eu sinto.
Já passam das duas da manhã, a rua parece um deserto, nem o vento assopra mais. Os pesadelos estão velando meu sono, a espera de que meus olhos se fechem, para novamente começar tudo de novo.
Eu tenho medo de voltar aquele "sonho", medo de ouvir novamente suas palavras frias: Eu me cansei de você.
Meu Deus, isso machuca tanto, faz eu sentir novamente o ar sumir dos meus pulmões.
Mas isso tudo poderia ser amenizado, bastava um "eu te amo" vindo de você. Apenas isso e meus pesadelos junto com todas as sensações ruins iriam embora.
Mas você não disse que me ama, não pediu que eu me cuidasse.
Eu senti falta disso esta noite, como se fizesse anos que eu não ouço essas palavras.
Eu preciso que você diga "tenha bons sonhos" para mim realmente tê-los.
Talvez tenha esquecido, ou estivesse com muitas coisas para fazer, bom eu não sei. O que sei é que estou com medo de dormir novamente.
Não vou suportar, que nem mesmo no mundo dos sonhos você me deixe.

sábado, 19 de março de 2011

O melhor que eu faço é ficar calada, deixar as coisas acontecerem, e ver, até que ponto elas vão chegar.

sexta-feira, 18 de março de 2011


"No fim de todas as coisas só existe uma verdade triste: Nós vivemos em solidão"

D. Clemência e o marido saem da varanda. Clarissa fecha o livro e sobe para o quarto.
Fica um instante olhando o luar. Passa longe uma serenata.
Sem saber por que sente de súbito uma vontade de chorar.


Música ao longe. Pág: 33

Eu só não consigo entender por que me importo tanto.

quinta-feira, 17 de março de 2011


Sabe qual a minha maior vontade? É que o céu permanecesse escuro, que as estrelas brilhassem 24 horas,que o sol fosse substituindo pela lua.
E que eu nunca tivesse que te dizer adeus, quando o que eu mais quero é te pedir pra ficar.

Tudo que eu quero, tudo que eu preciso
Tudo que eu pensei que acreditava
Foi isso suficiente? Com certeza não foi muito?
Agora você é a única coisa em que posso confiar

terça-feira, 15 de março de 2011


[...]Que durma todas as pessoas para sempre. Eu não iria me importar, contando que estivesse com a minha lua. Pra sempre com ela.

domingo, 13 de março de 2011


Não demorou muito, e no horizonte ela apareceu, seu brilho era de um amarelo intenso, quase tão brilhante quanto o sol. Ele estava encantado. Não importava quantas vezes tivesse visto aquela cena, seus olhos sempre brilhariam como se aquela fosse à primeira vez.
Ela estava cheia, seu ar de encanto e mistério fascinava aquele homem tão apaixonado.
- Por que me olha assim poeta?-
Perguntou a lua tímida.
- É quase impossível não olhá-la, tu és tão linda, tão brilhante, meus olhos chegam a ficar cegos com teu encanto, meu coração parece pular dentro do peito quando nos encontramos. -
Disse o poeta, agora sem nenhum medo na voz.
- Eu anseio pela noite, para que eu possa vê-lo. Meu coração não bate quando estou sem ti-
O poeta sentia-se pela primeira vez inteiramente feliz.
- Eu te amo minha doce lua, amo com todas as minhas forças, como nunca pensei que pudesse amar. Você trouxe consigo uma razão para eu continuar vivo. Eu entreguei minha vida a esse amor. E agora, eu não existo mais se não for por você. –
O brilho da lua ia ficando mais intenso à medida que o poeta ia se declarando. Seu brilho agora era quase tão forte como a sol.
- Eu sempre fui sozinha, à noite e as estrelas eram as minhas únicas confidentes. Até que você apareceu, e pela primeira vez eu senti que dentro de mim havia um coração. Tive medo do que eu estava sentindo, quis ignorar, mas estou conectada a ti de uma forma inevitável. Eu não brilho mais se não tiver você todas as noites comigo. -
E foi assim, que pela primeira vez, o poeta e a lua declaram seu amor um pelo outro.
O poeta esperava a noite para encontrá-la, como um sonho bom. E a lua, deixava o coração com o poeta sempre que estavam longe.
Eles viveram assim durante toda eternidade, sem tocarem seus lábios um no outro.
Apenas tocando seus corações

sábado, 12 de março de 2011


Tenho tentado aprender a ser humilde. A engolir os nãos que a vida me enfia pela goela a baixo. A lamber o chão dos palácios. A me sentir desprezado-como-um-cão, e tudo bem, acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar.

sexta-feira, 11 de março de 2011

11/03/2010 ♥


Eu queria voltar aos meus dez anos nessa mesma data. Queria ficar naquela expectativa de ser o seu primeiro abraço, poder sentir novamente aquela emoção de roubar uma flor do jardim da vizinha pra te entregar junto com um bilete de "feliz aniversário, mamãe".
Ou então, te lembrar novamente de fazer um pedido quando tiver que apagar a velinha, e sussurar bem perto do seu ouvido "não conta pra ninguém o pedido, conta só pra mim mamãe."
Mas agora eu não tenho mais dez anos, e nem você é a mesma, apenas o que restou foi essa data tão importante. Talvez mais importante pra mim do que pra você
Sim, por que se você não existisse, provavelmente eu seria uma perdida, não teria aprendido nada, não seria quem eu sou hoje. Tudo que eu sou, tudo que eu sei, eu devo a você, e você melhor do que ninguém sabe disso.
Seu aniversário é uma das datas mais importantes pra mim. Foi esse o dia que você nasceu, que seus olhos conheceram um mundo diferente, e que você sorriu. E foi esse o dia em que eu comecei a existir. Eu nasci pra cuidar de você, pra tentar te fazer sorrir quando você estivesse triste, pra te fazer sentir a pessoa mais especial pra mim. E se hoje você não tivesse aqui, provavelmente eu nunca teria nascido.
Eu quero que você seja feliz, que o seu sorriso esteja sempre em seu rosto a cada vez que eu olha-lo. Quero me sentir como se tivesse novamente dez anos, sentar no seu colo e te pedir pra fazer cafuné no meu cabelo, quero ouvir suas história e fingir está impressionada como se fosse a primeira vez que você as contasse.
Desculpa se te decepciono, se não sou aquilo que você quer, desculpa pela vezes que brigamos, que te chateei, me desculpa por ser tão imperfeita. Eu prometo que por você eu melhoro. Eu ainda vou te dar muito orgulho, você vai ver.
Parabéns mãe, que Deus te abençoe e te proteja.
Obrigado por me ensinar a viver, por acreditar em mim, por se preocupar, por me proteger de tudo e de todos, e por me amar. Obrigado por tudo, mãe.

quinta-feira, 10 de março de 2011


Aquele era uma noite fria, o vento batia nas folhas, fazendo algumas delas caírem no chão úmido. Ele pensou em permanecer em casa, mas havia algo mais forte, uma vontade fora do comum, e essa vontade eram de vê-la, ouvir cada história que ela contava, e ler seus versos para ela.
Mas naquela noite tudo estava mais escuro, não havia luz, a não serem as dos lampiões. O poeta teve medo, mas sabia que a lua não o abandonaria, mais cedo ou mais tarde ela aparecia com todo aquele brilho, e faria o dia do poeta realmente começar.
Ele sentou-se no lugar habitual, seus olhos percorriam o horizonte. Algumas pessoas que passavam o olhavam torto, mas o poeta não importava-se, ele permaneceria lá o tempo que fosse preciso.
Ele esperou, mesmo sabendo que ela não viria mas aquela noite.
Teve medo de ir embora, e por isso ficou lá, viu o alvorecer, os cantos dos pássaros, e os pequenos raios de sol.
Ela não viria, aquilo era algo certo pro poeta. Ele tinha medo de não vê-la mais, e isso fez com que seu coração ficasse apertado dentro do peito.
O dia passou arrastando-se, ele não dormiu, nem tão pouco escreveu. Apenas pensou. Queria mais que tudo vê-la, sentir seu brilho tocar seu rosto, ouvir sua voz calma.
Mas ele teria que esperar, e isso estava o matando por dentro.
A noite veio, e ela não apareceu. O poeta tentava ignorar seus pensamentos, teve medo do que estava sentindo

" É tudo novo
E mais uma vez eu não tenho com quem compartilhar
Ela não vem
Falta-me um brilho no olhar"


Foram apenas poucos versos, ele queria continuar, deixar registrado todo seu sofrimento.
Mas ele não continuou.
Fechou seu pequeno caderno e chorou. Chorou de saudade, e pior ainda, chorou por que pela primeira vez sentia-se apaixonado.
Os dias passaram, novas noites vieram, e junto com a escuridão, estava ela, brilhante e envergonhada, encantadora aos olhos daquele homem tão apaixonado.
A noite parecia curta para os dois, e o poeta teve por diversas vezes vontade de revelar seu amor pela lua, mas por medo resolveu calar seu coração.
- Poeta, por que será que a noite torna-se tão curta quando estou contigo?-
Perguntou a lua ao ver o horizonte cobrir-se pelos pequenos raios de sol
- Faço-me esta pergunta sempre que a vejo partir, minha lua –
Disse o poeta com uma tristeza no tom de voz.
- Queria eu poder ficar aqui pela eternidade, apenas ouvindo teus poemas. Sem ter que me preocupar com o sol que insiste em aparecer –
Aos poucos diversas estrelas iam sumindo com a luminosidade do sol.
- Eu espero dia após dia pela noite, rogo para que o sol se vá e me traga você. E quando estás aqui, eu sinto que poderia criar raízes nesse lugar, sentado nesse banco-
O pobre poeta sentia que seu coração iria pular do peito, mas até isso havia tornado-se uma sensação boa.
- O que queres dizer com tudo isso?-
Perguntou a lua surpresa
-Quero dizer que desde o primeiro momento tu trouxeste luz para minha vida. Fez-me conhecer sentimentos antes escondidos, mostrou-me o que é o amor –
A lua queria declarar seu amor, dizer com as mais lindas palavras que o amava. Mas o sol já estava saindo e a lua teria que ir.
- Esperei pela escuridão, pois só assim terei brilho, o sol fará seu percurso e me trará até você –
Disse a lua antes de sumir pelo horizonte prateado.
O poeta não tinha forças para levantar, queria permanecer ali até mais uma vez a noite chegar. Mas o cansaço o fez desistir, e o sono que a tantos dias havia sumido, agora estava ali, o aquecendo.
Não sabe ao certo por quanto tempo ele dormiu, mas já era tarde quando acordou. O sol estava apino e o calor sufocante fez o poeta sair em busca de abrigo.
Caminhou sem vontade até sua humilde casa, onde se deitou em sua cama, que estava repleta por livros. Mas isso não o incomodou. Ele estava cansado demais, e suas pálpebras mesmo não querendo, fecharam-se.
Dormiu por longas horas, e pela primeira vez não sonhou.
O sol já estava se ponto quando o poeta enfim acordou. A janela simples que dava para rua estava aberta. Ele levantou-se, erguendo a cabeça para o céu, nascendo em sua face um sorriso encantador.
“A escuridão é como o brilho do sol para os meus olhos. Meu dia enfim está começando.”
Pensou o poeta.
Ele queria sair dali, odiava sentir-se preso, e pior que tudo, odiava fazê-la esperar
O sol estava se pondo no horizonte quando o poeta sentou-se no lugar de costume: O pequeno e solitário banco da praça.
E foi então que a primeira estrela apareceu no céu, dando um pouco de brilho aquele começo de noite tão escura.

{...}

quarta-feira, 9 de março de 2011


Você fala como se realmente se preocupasse comigo, como se você fosse acreditar nas minhas palavras.
Mas eu sei que você não se importa, que pra você tanto faz meus sentimentos, você NUNCA perguntou o por que das minhas lágrimas, ou o motivo do meu sorriso. Você só acredita nas outras pessoas, mesmo sabendo como elas são, como elas querem acabar com minha vida.
Com a nossa vida.
Mas você acredita, prefere dá um voto de confiança a esse bando de gente fofoqueira, do que a mim. Confia mais neles, do que em mim, que estou contigo desde pequena.
Então não me peça para abrir meu coração pra você, eu não confio mais em ti, mãe.
Eu não confio em mais ninguém.

Pai, volta logo, por favor :/

terça-feira, 8 de março de 2011


Após mas um gole de café ele acendeu seu cigarro, a fumaça cinzenta e o cheiro desagradável parece não ter irritado as pessoas que ali estavam.
Todos permaneceram quietos e o fitavam a espera de algo. Ele esticou os finos lábios a procura de obter um sorriso, sua tentativa havia sido em vão. Derrotado e ao som de um velho violão, ele tirou um caderno do bolso e olhou todas aquelas pessoas antes de começar a ler.

" Queria eu poder sentir
Quem sabe a dor de não existir
Ou a alegria de simples mente sorrir.

Sou o botão de flor que não abriu
A folha seca que não caiu
O menino indefeso que desistiu.

Sou um sonho acordado
O brinquedo despedaçado
Um louco apaixonado."


O violão aos poucos foi parando sua triste melodia enquanto o pobre poeta recitava seus versos para aqueles poucos ouvintes.

" Sou um mistério
Um enigma faltando um pedaço
Já não respiro
Apenas existo."


Ao terminar seus versos, o poeta fechou o caderno de cores tristes e folhas desgastadas. O vento que até então havia permanecido em silêncio, fez soar seu grito frio. Todos daquela taverna, inclusive o poeta, sabiam que a chuva estava por vir.
Mas, nem a força do vento, e o som dos trovões intimidaram aquele homem de alma repleta pela melancolia.
Após mas um gole de café, ele levantou-se, saindo e deixando para trás um pouco de sua identidade.
Fazia frio, e os pingos de chuva pareciam pedras afiadas a tocar aquele rosto tão frágil.
Sentiu vontade de chorar, mas a chuva já havia feito isso por ele. Teve vontade de gritar, deixar sair tudo que o fazia mal.
Mas ele não gritou, muito menos chorou.
Apenas sentou em um banco molhado, e esperou. Não havia pressa em seu olhar, nem tão pouco sorriso em seus lábios.
As horas passaram, a chuva veio e se foi, deixando apenas o céu coberto pelas nuvens escuras.
E ele continuava lá, esperando sem ao menos saber pelo quê.
A lua, que do céu observava tudo, decidiu sair e iluminar um pouco a noite daquele poeta tão triste. O brilho prateado bateu em seu rosto, fazendo o poeta erguer sua cabeça para olhar aquela lua tão linda.
Os dois, entre-olharam-se por algum tempo antes do silêncio ser cortado.
-Ô lua, tu que és tão bela, que brilha e confidencia o amor entre os apaixonados, que vaga pela noite, me digas, por que sofro tanto, será que não tenho direito de encontrar a felicidade?-
Perguntou o poeta.
A lua, surpresa com a pergunta, e admirada com suas palavras, indagou.
-Não reprima-se desta forma, tu tens tudo, ô poeta. Podes andar sob o solo, sentir o cheiro que as flores soltam, e nunca está sozinho. Já eu, olhe para mim, vago pela noite sozinha, posso ver tudo, confidenciar tudo, mas nunca fazer parte de nada.-
O poeta, encantado com as palavras da lua, ficou em silêncio, vagando entre sua mente a procura de algo adequado para falar.
-Tens a noite, ô iluminada lua. As estrelas fazem-te companhia, o vento que sopra entre as folhas das árvores, tens o orvalho, a escuridão, e o sonho de todos que dormem enquanto tu brilhas.-
Afirmou o poeta.
-Sim, meu caro rapaz, de fato sou privilegiada com todas essas coisas. Mas falta-me alguém com quem compartilhe meus sonhos, com quem eu possa sorrir, chorar, cantar, recitar.-
Foi a partir daquele momento que o poeta pode ver que ambos precisavam da mesma coisa, e que por mais diferente que fosse, havia algo igual entre eles.
-A partir de hoje tu terás a mim, e eu terei a tu. Minhas noites terão brilho, e em troca, ouviras meus poemas, compartilharemos tudo. Enquanto tu estiver no céu, eu estarei aqui.-
E foi assim noite após noite, sempre ao sair do horizonte, a lua encontrava o poeta. O mesmo lia seus pobres versos, enquanto a lua, atenta ouvia cada detalhe e sorria encantada com as palavras daquele homem tão misterioso e ao mesmo tempo tão encantador.
Ao passar do tempo o poeta foi adquirindo abetos diferentes, dormia durante o dia, e ao por do sol acordava-se. Seu ciclo de amigos foi ficando cada vez menor. Mas o poeta não importava-se, a ausência de seus amigos não o fazia falta. Ele estava muito mais feliz e realizado tendo a lua como confidente do que qualquer outra pessoa.

[...]

domingo, 6 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011


Escritor: não somente uma certa maneira especial de ver as coisas, senão também uma impossibilidade de as ver de qualquer outra maneira.

Carlos Drummond de Andrade.

sexta-feira, 4 de março de 2011

São pequenas coisas, insignificantes vista aos olhos das outras pessoas, e até mesmo ao teus olhos, mas que machucam tanto, que seria pior do que qualquer outra dor.
Mas que vai passar, sempre passa.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Porque eu não posso evitar se você parece um anjo
Não posso evitar se eu quero te beijar na chuva, então
Venha sentir essa mágica que eu sinto desde que te conheci
Não posso evitar se não há mais ninguém
Eu não posso me segurar

Manhã, chuva, frio.
Vozes, risos, pessoas.
E eu, em um lugar que não me pertence, longe de me descobrir, de ser feliz.
É bobagem, eu sei, sentir-me sozinha quando se tem varias pessoas ao meu redor. Mas eu destruiria todos, os fariam evaporar para um outro mundo.
E construiria o nosso.
Com manhãs de verão, e flores de primavera.
Nossos dias chuvosos teriam uma cor diferente. Tudo seria novo, as cores melancólicas seriam substituídas pelo brilho do teu olhar. O cheiro da chuva, pelo aroma que teus cabelos soltariam quando eu os acariciasse.
Nosso mundo seria perfeito. As estrelas brilhariam mais, iluminando teus sonhos enquanto dorme. E quando teus olhos abrissem, eu estaria lá, para relembrar-lhe o quanto eu te amo
Não perderia um só momento da sua vida enquanto meu coração pulasse no peito.
Mas aqui estou eu, entre quatro paredes, ouvindo um homem que parece falar outra língua. Embalada com o cair dessa chuva triste.
Longe de você, longe de quem eu realmente sou, Longe da minha felicidade

quarta-feira, 2 de março de 2011

Como pedras nas pessoas bolso tentar desgastá-lo para baixo
Há sempre alguém que quer levar o amor que você encontrou
Então vamos lá com essas mudanças, e eu quero você do meu lado
E não há uma palavra que eu já ouvi dizer que poderia me fazer mudar minha mente

Preferia que não existisse as vozes. Que o silêncio fosse o único som que meus ouvidos ouvissem.
Quem sabe desta forma eu pudesse me ouvir. Identificar cada barulho da minha mente, e as batidas do meu coração.
Eu poderia viver assim, apenas ouvindo os sons que meu corpo produz, e a respiração que arrasta-se por meus pulmões. Aprenderia a identifica-los, e me acostumaria com todos eles. Saberia quando tivesse algo errado, quando meu coração tivesse acelerado..
Os sons nunca me pegariam de surpresa.
E assim não sofreria quando eles resolvessem me enganar.
Tudo seria diferente do que sempre foi. E palavras, sons e corações, não me enganariam mais

terça-feira, 1 de março de 2011

Sabe aquele dia que você tem vontade de mandar todo mundo pro inferno? Pois é, essa sou eu hoje :)